segunda-feira, dezembro 13, 2010

O desejo compulsivo de compra




Chegamos a uma certa etapa de nossa vida que tudo que nos leva ao prazer e a satisfação não é controlado pela razão.
A emoção, o alívio de ser realizada por uma simples atitude impensada nos leva à depressão e até a morte.
Com o final de ano, o natal e o 13ª faz com que o consumo de adquirirmos coisas novas seja maior. Muitos presentes, roupas novas, troca de carro e tudo isso vai para o prejuízo do bolso.
Muitos compram tanto que passam todo o próximo ano pagamento parcelamento de dívidas de cartões de créditos e boletos bancários. Fora os famosos carnezinhos.
Passamos a não nos conter diante da tentação dos apelos ao consumo. Nos deprimimos tanto com coisas fúteis, que o prazer da compra faz com que esqueçamos dos problemas cotidianos e passamos a nos afogar em eternas dívidas, não só em dinheiro, mas uma dívida também moral.
Ficamos até deprimidos quando não podemos torrar todo o nosso salário em compras e depois descobrimos que as prestações também são impagáveis. Quando percebemos a gravidade da situação, choramos, e jogamos a culpa na vida, no Governo, no patrão e até na família, podendo tudo isso vir ser até mesmo uma tragédia.
Por isso, nesse final de ano, não nos empolguemos com o natal e nem com o dinheiro extra que recebemos. Quando for pensar em comprar algo, pergunte para si mesmo: “Eu preciso disso? Vai me fazer muita falta se eu não comprar? É realmente necessário?” Vamos agir com cautela, razão e deixar a emoção ser somente no encontro com a família, amigos e desejar a todos um ano melhor, mas sem dívidas.
Ah!!! Presentinhos de natal significam lembrancinhas.....
“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem a traça consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração."
Mateus 6: 19-21

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